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Por soberania nacional, Grito dos Excluídos terá o luto e a luta como marca

A convocação é para usar preto em resposta a uma convocação feita por Bolsonaro para uso do verde amarelo. A ação, também em defesa da educação e contra a PEC 6/19, remonta ao movimento dos "caras pintadas" e marca a luta em defesa do Brasil


Por soberania nacional, Grito dos Excluídos terá o luto e a luta como marca
Reprodução

Condsef/Fenadsef

O Grito dos Excluídos desse ano, já confirmado em mais de 160 cidades, vem com a marca do luto e da luta. O tradicional ato que reúne no dia 7 de setembro a sociedade civil organizada em torno de pautas da classe trabalhadora deve levar milhares às ruas de todo o Brasil vestidos de preto. A ação é uma resposta a recente convocação do presidente Jair Bolsonaro para que seus apoiadores usassem verde amarelo, remontando a Fernando Collor à época do surgimento do movimento dos "caras pintadas". A Condsef/Fenadsef e suas filiadas também vão participar dos atos programados para acontecer em todo o Brasil. Em Brasília a concentração será a partir das 9 horas em frente ao Museu Nacional. 

Na capital federal, historicamente, o ato pacífico sempre coincide com horário da solenidade oficial do governo. Esse ano, há um clima tenso deixado depois que um comunicado em tom de ameaça alertava servidores para possível "reação letal" no 7 de Setembro. No comunicado oficial do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação, servidores foram orientados a usar de cautela para que militares não os confudissem com possíveis ameaças com reações de forma "ostensiva e até letal". O comunicado foi amplamente divulgado pela imprensa e soou como ameaça a qualquer tipo de manifestação contrária ao governo.

Insatisfação e resistência

No entanto, com ataques à soberania nacional, à Amazônia, à educação, ao direito de aposentadoria e sem trazer qualquer proposta capaz de gerar empregos e tirar a economia do Brasil da estagnação, ao contrário, atacando servidores e serviços públicos, o governo tem gerado cada vez mais insatisfação. O 7 de setembro será portanto também um dia de resistência, de luta e de manifestações pacíficas em defesa dos direitos da classe trabalhadora, por um Brasil soberano.

Confira a agenda do Grito dos Excluídos em sua cidade e participe






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