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Mobilização contra PEC 32 tem tuitaço nessa segunda e vigília retomada a partir de quarta

Nas redes a partir das 19h de hoje a Frente Parlamentar Mista do Serviço Público convocou movimento usando a hashtag #LiraDesistePEC32. A partir de quarta ato no aeroporto de Brasília e a vigília em frente a Câmara dos Deputados serão retomados


Mobilização contra PEC 32 tem tuitaço nessa segunda e vigília retomada a partir de quarta
Foto: Alexandre Oliveira

Condsef/Fenadsef

As atividades de pressão e mobilização contra a PEC 32 continuam nas ruas e nas redes. Nessa segunda-feira, 11, a partir das 19 horas, tem o já tradicional tuitaço convocado pela Frente Parlamentar Mista do Serviço Público com a hashtag #LiraDesistePEC32. Na semana passada, o jornal Gazeta do Povo trouxe reportagem citando a disposição do governo em liberar emendas parlamentares de R$ 20 milhões por deputado. O presidente da Câmara, Arthur Lira, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, estariam discutindo formas de conseguir os votos necessários para aprovação da proposta que, na prática, representa o fim dos serviços públicos brasileiros.

A pressão dos servidores, entidades, centrais sindicais e de muitos segmentos da sociedade civil organizada tem surtido efeito. Muitos deputados já declararam publicamente voto contrário à PEC 32. O texto substitutivo aprovado na Comissão Especial não tem agradado sequer membros da base governista. Com isso, o governo tem encontrado dificuldades e lideranças partidárias já admitem que a reforma Administrativa não deve ser votado mais esse ano.

Os indícios de que o governo não possuí os 308 votos necessários para aprovar a PEC 32 na Câmara dos Deputados não são suficientes para que a luta e a pressão contra a proposta sejam diminuídas. O momento é crucial e a ampliação da mobilização será determinante para garantir a derrota da proposta. As entidades que compõem a Aliança das Três Esferas se reuniram na última semana para acertar o calendário unificado das atividades presenciais contra a PEC 32.

Na sexta, 8, um ato unificado em frente ao Ministério da Economia cobrou a saída de Paulo Guedes e lembrou dos estragos na economia que têm levado milhões de brasileiros a recorrer a compra de ossos como fonte de alimento. Isso aqueles que já não estão em situação completa de miséria com a volta da carestia e da fome. Um cenário que pode piorar em muito com a PEC 32.

A unidade entre as entidades representativas do setor público tem sido determinante para o cenário de incertezas da aprovação da reforma Administrativa. A pressão seguirá até a derrota definitiva da proposta. Juntos vamos derrotar essa reforma Administrativa. Somente nossa pressão pode IMPEDIR que o governo consiga o apoio dos parlamentares. 

Confira a agenda e participe:

Quarta-feira (13/10)
7h - Aeroporto 
14h - Anexo 2

Quinta-feira (14/10)
14h - Anexo 2

"Na Pressão"

Vamos continuar esclarecendo a sociedade sobre os reais motivos e os perigos de retirada de direitos fundamentais previstos na Constituição de 88. Informação é fundamental para vencermos esse desafio. Os que defendem a aprovação da PEC 32 se utilizam de argumentos falaciosos e se baseiam em preconceitos generalizados sobre servidores e serviços públicos. Querem convencer o povo de que essa reforma é sinônimo de modernização, mas o que ela propõe é retirar direitos fundamentais de cidadãos para entregar ao lucro desmetido da iniciativa privada. 

Não pode ir aos atos nos aeroportos e em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados? Participe da mobilização virtual! Participe do tuitaço hoje com a #LiraDesistePEC32. Acesse também o "Na Pressão". Marque parlamentares nas redes e cobre um voto em defesa dos serviços públicos e do Brasil, um voto CONTRA a PEC 32. 

O "Observatório do Parlamento", atualizado pela Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, também acompanha e faz atualização permanente dos deputados e senadores que se manifestam sobre a PEC 32. Nosso objetivo é virar o maior número de votos em defesa dos serviços públicos. 

O recado continua sendo o mesmo: deputado que votar a PEC 32, não volta! Quem vota contra os direitos do povo, não merece nosso voto.






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