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28/11 – Destaque na Paulista domingo, grito contra PEC 55 e por Diretas Já deve ecoar no Ocupaço desta terça, 29, em Brasília PDF Imprimir E-mail

Mais de 40 mil pessoas estiveram na Avenida Paulista neste domingo, 27, protestando contra a PEC 55/16, que pode congelar investimentos públicos por até 20 anos, e reforçando o clamor por Diretas Já. As denúncias que se avolumam e envolvem diretamente Michel Temer e as tentativas desse governo golpista em aprovar de forma rápida propostas que ferem direitos da classe trabalhadora têm intensificado os protestos da categoria. Nesta terça, 29, é a vez de Brasília ser palco de um grande ocupaço que deve reforçar o coro daqueles que protestaram em São Paulo. A concentração acontece às 16 horas no Museu da República e uma marcha em direção ao Congresso Nacional também está prevista.

O protesto de ontem na Paulista contaria com as presenças de Pepe Mujica e Lula. Mas ambos tiveram que cancelar suas presenças. Na manifestação houve espaço também para homenagens ao líder cubano Fidel Castro que faleceu na noite de sexta-feira, 25, em Havana. Do ato na Paulista participaram lideranças de diversos movimentos da sociedade civil organizada.

A resistência à PEC 55 que é inconstitucional deve continuar intensa e permanente. Além dessa PEC a classe trabalhadora ainda enfrenta ameaças de uma nova reforma da previdência e a imposição de uma flexibilização nas leis trabalhistas. Outra situação com potencial para ocasionar uma série de prejuízos à classe trabalhadora é a liberação da terceirização também para atividade-fim. O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou votação da matéria e ainda não há nova data para que o tema seja julgado. É preciso também atenção a essa agenda para que mais esse ataque a nossos direitos não aconteça. A terceirização fragiliza relações de trabalho e deixa o empregado à mercê de decisões que podem lhe prejudicar e afetar seus direitos.

Toda atenção é necessária nesse momento. Mais do que nunca, em cenários assim de graves ataques a direitos, todos os trabalhadores devem estar unidos e constantemente mobilizados. A agenda política imposta não tem deixado dúvida de que o ataque aos direitos da classe trabalhadora está na ordem do dia. Mas também não resta dúvida de que a luta em defesa desses direitos precisa e vai acontecer. Devemos seguir reforçando nossa unidade e mobilização. Juntos somos fortes. Nenhum direito a menos. Nenhum passo atrás.

 

        

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