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25/11 – Ato na Paulista e ocupaço em Brasília dão o tom da resistência dos trabalhadores nos próximos dias PDF Imprimir E-mail

Em meio a novos escândalos de corrupção no governo Temer que derrubaram mais um ministro, categoria reforça protestos

Depois de mais um dia nacional de mobilização que aconteceu em pelo menos 15 estados nessa sexta-feira, a classe trabalhadora se prepara para novas atividades de protesto em defesa de seus direitos e contra a PEC 55/16 que pretende limitar investimentos públicos pelos próximos 20 anos. Em meio a mais uma crise institucional que levou a queda de outro ministro do governo Temer, a classe trabalhadora reforça os protestos. Neste domingo, 27, na Avenida Paulista haverá um grande ato em defesa da democracia com as presenças confirmadas dos ex-presidentes do Brasil e do Uruguai, Luiz Inácio Lula da Silva e Pepe Mujica. Na segunda, 29, a Condsef se junta a outras entidades e setores da sociedade civil organizada em um grande ocupaço que deve reunir milhares em Brasília.

A resistência à PEC 55 que é inconstitucional deve continuar intensa e permanente. Além dessa PEC a classe trabalhadora ainda enfrenta ameaças de uma nova reforma da previdência e a imposição de uma flexibilização nas leis trabalhistas. Outra situação com potencial para ocasionar uma série de prejuízos à classe trabalhadora é a liberação da terceirização também para atividade-fim. O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou votação da matéria e ainda não há nova data para que o tema seja julgado. É preciso também atenção a essa agenda para que mais esse ataque a nossos direitos não aconteça. A terceirização fragiliza relações de trabalho e deixa o empregado à mercê de decisões que podem lhe prejudicar e afetar seus direitos.

Toda atenção é necessária nesse momento. Mais do que nunca, em cenários assim de graves ataques a direitos, todos os trabalhadores devem estar unidos e constantemente mobilizados. A agenda política imposta não tem deixado dúvida de que o ataque aos direitos da classe trabalhadora está na ordem do dia. Mas também não resta dúvida de que a luta em defesa desses direitos precisa e vai acontecer. Devemos seguir reforçando nossa unidade e mobilização. Juntos somos fortes. Nenhum direito a menos. Nenhum passo atrás.

 

        

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